24 MARÇO 2026
...em + de 3 min.
RETALHOS/FRAGMENTOS/PEDAÇOS DOS OUTROS, de NÓS!
DE QUEM SENTE//A VIDA + SENTIDA
«Este disco não obedece à lógica dos dois minutos - esta nova tendência que não sei se vem para ficar, porque existe outro mundo. Existe o mundo do tempo e da lentidão, que é muito humano. Nós sempre precisámos disso, e creio que precisaremos sempre. O que não quer dizer que não haja coisas maravilhosas em dois minutos. Mas a arte, e a música em particular, é uma porta aberta para outro universo. Tudo isto é fruto da nova realidade que são os streamings e as redes sociais, em que as pessoas estão permanentemente à espera do novo. A questão é que o novo fica velho muito rapidamente.» pedro abrunhosa
“Que nota tiveste?”
“Foste o melhor?”
“Quantas perguntas acertaste?”
Mas raramente perguntamos:
“Foste gentil hoje?”
“Ajudaste alguém?”
“Trataste bem quem o outro?”
Ensinar uma criança a ler é importante.
Ensinar uma criança a fazer contas é importante.
Ensinar uma criança a competir também é importante, numa sociedade como a de hoje.
Mas ensinar uma criança a ser boa pessoa… isso muda o mundo. Ou, no mínimo, muda pequenos mundos.
Porque
um génio pode construir máquinas incríveis ou descobrir a cura para uma
doença. Mas só uma pessoa boa constrói pontes entre pessoas.António Lobo Antunes
TRABALHO EM EQUIPA!!!



COMO ESQUECER de Miguel Esteves Cardoso
As pessoas têm de morrer, os amores de acabar. As pessoas têm de partir, os sítios têm de ficar longe uns dos outros, os tempos têm de mudar. Sim, mas como se faz? Como se esquece?
Devagar. É preciso esquecer devagar. Se uma pessoa tente esquecer-se de repente, a outra pode ficar-lhe para sempre. Podem pôr-se processos e acções de despejo a quem se tem no coração, fazer os maiores escarcéus, entrar nas maiores peixeiradas, mas não se podem despejar de repente. Elas não saem de lá. Estúpidas!
É preciso aguentar. Já ninguém está para isso, mas é preciso aguentar. A primeira parte de qualquer cura é aceitar-se que se está doente. É preciso paciência. O pior é que vivemos tempos imediatos em que já ninguém aguenta nada. Ninguém aguenta a dor. De cabeça ou de coração. Ninguém aguenta estar triste. Ninguém aguenta estar sozinho. Tomam-se conselhos e comprimidos. Procuram-se escapes e alternativas. Mas a tristeza só há-de passar entristecendo-se. Não se pode esquecer alguém antes de terminar de lembrá-lo. Quem procura evitar o luto, prolonga-o no tempo e desonra-o na alma. A saudade é uma dor que pode passar depois de devidamente doída, devidamente honrada. É uma dor que é preciso primeiro aceitar.
É preciso aceitar esta mágoa, esta moinha, que nos despedaça o coração e que nos mói mesmo e que nos dá cabo do juízo. É preciso aceitar o amor e a morte, a separação e a tristeza, a falta de lógica, a falta de justiça, a falta de solução. Quantos problemas do mundo seriam menos pesados, se tivessem apenas o peso que têm em si: isto é, se os livrássemos da carga que lhe damos, aceitando que não tem solução. Não adianta fugir com o rabo à seringa. Muitas vezes nem há seringa. Nem injecção. Nem remédio. Nem conhecimento certo da doença do que se padeceu. Muitas vezes só existe a agulha.
Dizem-nos, para esquecer, para ocupar a cabeça, para trabalhar mais, para distrair a vista, para nos divertirmos mais, mas quanto mais conseguimos fugir, mais temos mais tarde de enfrentar. Fica tudo à nossa espera. Acumula-se-nos tudo na alma, fica tudo desarrumado.
O esquecimento não tem arte. Os momentos de esquecimento, conseguidos com grande custo, com comprimidos e amigos e livros e copos, pagam-se depois em condoídas lembrança, na esperança de ele se cansar.
Porque é que é sempre nos momentos em que estamos mais cansados ou mais felizes que sentimos mais a falta das pessoas de quem amamos? O cansaço faz-nos precisar delas. Quando estamos assim, mais ninguém consegue tomar conta de nós. O cansaço é uma coisa que só o amor compreende. A minha mãe. O meu amor. E a felicidade faz-nos sentir pena e culpa de não a podermos partilhar. É por estarmos de uma forma ou de outra sozinhos que a saudade é maior.
As pessoas nunca deveriam morrer, nem deixarem de se amar, nem separar-se, nem esquecer-se, mas morrem e deixam e separam-se e esquecem-se. Custa aceitar que os mais velhos, que nos deram vida, tenham de dar a vida para poderem continuar vivos dentro de nós. Mas é preciso aceitar. É preciso aceitar. É preciso sofrer, dar urros, murros na mesa, não perceber. E aceitar. Se as pessoas amadas fossem imortais perderíamos o coração. Perderíamos a religiosidade, a paciência, a humanidade até.
Há uma presença interior, uma continuação em nós de quem desapareceu, que se ressente do confronto com a presença exterior. É por isso que nunca se deve voltar a um sítio onde se tenha sido feliz. Todas as cidades se tornam realmente feias, fisicamente piores, à medida que se enraízam e alindam na memória que guardamos delas no coração. Regressar é fazer mal ao que se guardou.
Uma saudade cuida-se. Nos casos mais tristes separa-se da pessoa que a causou. Continuar com ela, ou apenas vê-la pode desfazer e destruir a beleza do sentimento, as pessoas que se amam mas não se dão bem, só conseguem amar-se bem quando não se dão. Mas como esquecer? Como deixar acabar aquela dor? É preciso paciência. É preciso sofrer. É preciso aguentar.
Há grandeza no sofrimento. Sofrer é respeitar o tamanho que teve um amor. No meio do remoinho de erros que nos revolve as entranhas de raiva, do ressentimento, do rancor _ temos de encontrar a raiz daquela paixão, a razão original daquele amor.
As pessoas morrem, magoam-se, separam-se, fazem os maiores disparates com a maior das facilidades. Para esquecê-las é preciso chorá-las primeiro. Esta é uma verdade tão antiga que espanta reparar em como ainda temos esperanças de contorná-la. Nos uivos das mulheres nas praias da Nazaré não há “histeria” nem “ignorância” nem “fingimento”. Há a verdade que nós, os modernos, os tranquilizados, os cools, os cobardes, os armados em livres e independentes, os tanto-me-fazes, os anestesiados, temos medo de enfrentar.
Para esquecer uma pessoa não há vias rápidas, não há suplentes, não há calmantes, ilhas das Caraíbas, livros de poesia- só há lembrança, dor e lentidão, com uns breves intervalos pelo meio para retomar fôlego. Esta dor tem de ser aguentada e bem sofrida com paciência e fortaleza. Ir a correr para debaixo das saias de quem for é uma reacção natural, mas não serve de nada e faz pouco de nós próprios. A mágoa é um estado natural. Tem o seu tempo e o seu estilo. Tem até uma estranha beleza. Nós somos feitos para aguentar com ela.
Podemos arranjar as maneiras que quisermos de odiar quem amamos, de nos vingarmos delas, de nos pormos a milhas, de lhe pormos os cornos, de lhe compormos redondilhas, mas tudo isso não tem mal. Nem faz bem nenhum. Tudo isso conta como lembrança, tudo isso conta como uma saudade contrariada, enraivecida, embaraçada por Ter sido apanhada na via pública, como um bicho preto e feio, um parasita de coração, uma peste inexterminável barata esperneante: uma saudade de pernas para o ar.
E mesmo assim, mesmo magoado, mesmo sofrendo, mesmo conseguindo guardar na alma o que os braços já não conseguem agarrar, mesmo esperando, mesmo aguentando como um homem, mesmo passando os dias vestida de preto, aos soluços, dobrada sobre a areia de Nazaré, mesmo com muita paciência e muita má vontade, mesmo assim é possível que não se consiga esquecer nem um bocadinho.
Quanto mais fácil amar e lembrar alguém – uma mãe, um filho, um grande amor – mais fácil deixar de ama-lo e esquece-lo.
Raio de sorte, ó lindeza, miséria suprema do amor. Pode esquecer-se quem nos vem à lembrança, aqueles de quem nos lembramos de vez em quando, com dor ou alegria, tanto faz, com tempo e paciência, aqueles que amamos com paciência, aqueles que amamos sinceramente, que partiram, que nos deixaram, vazios de mãos e cheios de saudades, esses doem-se e depois esquecem-se mais ou menos bem.
E quando alguém está sempre presente?
Quando é tarde. Quando já não se aguenta mais. Quando já é tarde para voltar atrás, percebe-se que há esquecimentos tão caros que nunca se podem pagar.
Como é que se pode esquecer o que só se consegue lembrar?
Aí está o sofrimento maior de todos. O luto verdadeiro.
Aí está a maior das felicidades.
....> QUANTAS ESCOLAS EXISTIRÃO NO MUNDO ?....> QUAL O NÚMERO DE PROF´S E ALUNOS QUE AINDA CONSEGUEM SONHAR ?
...> QUANTOS ESPERAM ?....> QUANTOS DESESPERAM?....> QUAIS SÃO OS QUE CONSEGUEM PASSAR ENTRE AS PINGAS DA CHUVA?... > E OS QUE RESISTEM AO PROCESSO DA MALDADE E DA VIOLÊNCIA? ... > QUANTOS AINDA CONTINUAM A AMAR?... > E os que não desistem (!) quais são(?).Há muito muito tempo, talvez 55 anos. Fui servente de pedreiro e nesses dias de umas férias de VERÃO, consertava a casa dum senhor abastado perto de um Pelourinho,Esta história real passou-se numa cidade como qualquer cidade nossa conhecida. A habitação situa-se ainda hoje na rua do castelo.No lado direito do corredor fundo, existia um espaço côncavo onde outrora esteve uma portacom seis prateleiras-nessas prateleiras estavam primorosamente organizadas por datas mais de uma centena de caixas pequeninas. Claro que não resisti, os meus catorze anos de idade levaram-mea meter o nariz onde não era chamado. Sem o mestre João por perto e o dono da casa o João Espadanal. Abri uma das caixinhas e eis que estava atafulhada de selos. Selos antigos e mais recentes. Outras tinham um, dois,,, estes os raros, para mim desconhecidos.Hoje há distância de cinquenta anos , PERGUNTO:-Quem foi o sonhador que coleccionava selos e primorosamente os tinha organizados por caixinhas>>caixinhas deliciosas. -O que nos leva à PAIXÃO? - Ou ao desespero? Não sei quantas escolas existem no PLANETA, nem quem foi o colecionador de selos perto do Pelourinho de Estremoz. . O que eu sei situa-se muito perto da sensatez.Juro que todas as pessoas que me rodeiam, que vejo nas televisões ou que oiço às gargalhadas nos canais radiofónicos...TODAS! OU QUASE TODAS ANDARÃO MUITO PERTO DO DESESPERO.-EXISTIRÁ FUTURO? SEM O SONHO E O SENTIMENTO DE COMUNIDADE (??). Aiiii>>> A RAIVA DOS CANDIDATOS A CANDIDATOS A PARTIDOS E A "CLUBES de INTERESSE" DE MUITAS ESPÉCIES,,,PREOCUPAM, ACHO! ACHO NÃO...TENHO A CERTEZA QUE NÃO EXISTIRÁ FUTURO (visão muito pessimista). SIMPLESMENTE PORQUE muitos destes nossos superiores DEIXARAM DE SONHAR e abdicaram do espírito de servirem a comunidade que os elegeu, digladiam-se como cães a um mísero osso- O PODER e os privilégios que este transporta. PORQUE FOI INVENTADA a GUERRA?O QUE É MESMO IMPORTANTE E(...)VOLTAMOS A OUTRA REALIDADE A DE UMA ESCOLA ALGURES NO INTERIOR (QUASE DESERTO)DO PAÍS-PORTUGAL. Qual será o grau de intensidade para despertar as consciências da minha tribo (?).E como o coleccionador de selos, fazê-los acreditar que é importante FAZER FAZER QUALQUER COISA...com as nossas mãos e a consciência com o intuito de semearmos MEMÓRIAS. Eis o mundo ao contrário que vos prometo todos os dias , POR GESTOS!. Não tenho muita esperança que leiam o que escrevo, mas, nada disso me impede de ESCREVER. Fiquem então com os registos desta longa viagem/2egunda NA SALA 23A E ARREDORES.EU/Março do ano 26, séc.XXI
DIOGO CUNHA
MÚSICO e sonhador
FILHO DA 23A
A VIAGEM DO AMOR
O RETORNO e as MEMÓRIAS
TRIBO ESART
...INÊS VAZ # MARIANA DINIS # PEDRO OLIVEIRA # LEONOR FERREIRA,,,E SÔSA
-Madalena , vamos à 23A.
- Madalena , quero morar na 23A.
-Depois de vir a esta sala, percebi que nunca estive em ARTES, afinal.
«AQUILO É OUTRO MUNDO»
...os de 23!
...o outro Amaro RESISTENTE
TRANSGRESSÕES
UM DIA
Bom dia professor, antes demais peço imensa desculpa o atraso na reflexão.
O ESPANTA CORAÇÕES
EXPO
VIAGEM PARA A FÁBRICA
DA
(K)RIATIVIDADE/CASTELO BRANCO
JÚLIO ESPADANAL//o regresso à cidade do CASTELO
A exposição Arcadian Devils, que passou pela Fábrica da Criatividade em Castelo Branco, é uma paragem numa viagem que começou em Almeirim. Uma pausa no caminho, como quem regressa a um lugar que sempre existiu dentro de si, mesmo antes de o conhecer. Este percurso acompanha o universo imaginário da banda desenhada — um território onde os velhos deuses nunca cederam espaço ao cristianismo nem ao panteão greco‑romano. Aqui, as divindades nascem da terra e do vento, movem-se na respiração das colheitas, habitam as sombras da floresta e o rumor da morte. São forças ancestrais, tão antigas quanto o primeiro gesto humano que tentou compreender o mundo.É uma realidade paralela onde procurei as raízes de um país que já foi chamado Ophiussa, terra onde se dizia que os Ofis(ou Ophis) veneravam uma deusa‑serpente. Um mundo de dramas mitológicos à superfície, mas onde cada personagem e cada percurso guarda um reflexo íntimo — ecos transformados da vida que vivi, como se a memória tivesse decidido vestir-se de lenda.Quando escrevi a primeira versão de Arcadian Devils, poucos eram os nomes de lugares. Ainda assim, Chamesk, Ivory Mountain e White Castle já surgiam — sombras ficcionadas da Chamusca, da Serra da Estrela e de Castelo Branco. Eram sementes de um mapa interior que começava a ganhar forma.Por isso, trazer esta exposição a Castelo Branco não é apenas cumprir um itinerário: é fechar um círculo que começou há 25 anos. É devolver o meu mundo de Ophiussa aos lugares e às pessoas que lhe deram origem. É um regresso às fontes, onde a ficção encontra a terra que a inspirou e, por um instante, ambas respiram ao mesmo ritmo. Agradecimentos »a minha mãe e pai, ao Fábio Powers e à Fábrica da Criatividade e à Câmara de Castelo Branco pela oportunidade.

A VIAGEM, DA APRENDIZAGEM.
SISTEMAS PADRONIZADOS
(figurativo//não - figurativo///movimento///reinterpretação de obras da arte contemporânea<detalhes>)
(...)
ESTUDOS COMPOSITIVOS
SATIRICAL
Árvore VIVA
projecto «LANDART»
Senhor, por quem sois, Senhor?
Grito ledo de Amor
ArteÍvista, Artesão
A las arbores, meu Irmão!
Ancestrais Seres grandiosos
Puros, divinos, abençoados
Lar, abrigo, valiosos
Pela Fonte projetados
ArteÍvista, Artesão
A las arbores, meu Irmão!
Genoma, seiva, inocência
Vida, abrigo, eloquência
Alma-Mãe, plenitude
Núcleo, chão, magnitude
ArteÍvista, Artesão
A las arbores, meu Irmão!
Humanos nascemos
Sapiens nos dizemos
Néscia ilusão!
Fútil perdição.
ArteÍvista, Artesão
A las arbores, meu Irmão!
Sim, assim somos
Inconformados alguns
Sedentos de mudança
Ativistas da esperança
ArteÍvista, Artesão
A las arbores, meu Irmão!
(Maria Helena Bispo)
Processo de INVENÇÃO
Vestir
Vamos então embarcar numa viagem de EVOLUÇÃO-ARTE
Num papel branco amarrotado,com uma pincelada preta ou uma outra cor iremos viajar num CRUZEIRO DESTINO PARAÍSO.
O MOSTRENGO do FIM DO MUNDO
O mostrengo que está no fim do mar
Na noite de breu ergueu-se a voar;
À roda da nau voou três vezes,
Voou três vezes a chiar,
E disse: «Quem é que ousou entrar
Nas minhas cavernas que não desvendo,
Meus tectos negros do fim do mundo?»
E o homem do leme disse, tremendo:
«El-Rei D. João Segundo!»
ÁRVORES COM ROSTO da ALMA
FORMA-FUNDO.
COMPOSIÇÃO:DOMINANTE LINHA DE CONTORNO DESTACANDO A ÁRVORE E A MÁSCARA.
ÁRVORES COM ROSTO da ALMA
...construção de novas realidades cor
SINCEROS AGRADECIMENTOS
-Direcção do Agrupamento Amato Lusitano.
-Senhor e gerente António Cavaleiro-tintas CIN.
-José Pires, Presidente da junta de freguesia.
-K a (K)riativa.
-Laras
-Professora Margarida Morgado (..não estando oficialmente na ESCOLA, continua a dar o corpo e a alma por ela.
-A todos os alunos que compreenderam e decifraram o que nos une e nos constrói como cidadãos e em defesa da LIBERDADE responsável.
- Professora Maria Helena Bispo, que nos reforça a MAGIA de irmos mais além.
--Funcionárias do corredor das vintes que nos limpam os espaços e nos mimam as almas.
-Ao António Camões, que nos trouxe beleza e cultura aos espaços expositivos.
-Aos dirigentes e queridos alunos da ERID, que nos reforçam as certezas que estamos a construir e reforçar, todas as quinta-feiras a CIDADANIA pela positiva e em PLENO.
A NÓS, QUE FAZEMOS DO ENTUSIASMO E DA "LOUCURA" de ainda amarmos, UM JARDIM NA PRIMAVERA.
EM 2021 FOI ASSIM!!!


EM 2026
Boa tarde, Sr.º Profº Álvaro Espadanal
Agradecemos o vosso contacto e a apresentação do projecto escolar em referência.
É com satisfação que manifestamos a nossa disponibilidade para apoiar esta iniciativa, a qual se enquadra na política de responsabilidade social da nossa empresa e no compromisso que mantemos com o desenvolvimento de projectos educativos junto da comunidade escolar.
António Cavaleiro
Chefe Vendas
Direção Comercial - Deco
CIN
SERÁ DESTA FORMA
LANDART
ABRAÇO-TE A ...E É PRECISO CONTINUARMOS A PINTAR AS PAREDES, PARA O SONHO NÃO SE PERDER.
-----------
2026
O homem é um rio turvo. É preciso ser o mar para receber um rio turvo, sem tornar imundas as suas águas.
O homem é uma corda estendida entre o animal e o Além-Homem: uma corda sobre um abismo. Perigoso passar um abismo, perigoso seguir esse caminho, perigoso olhar para trás, perigoso temer e parar.
É tempo que o homem visualize um objetivo para si.
É tempo que o homem plante a semente de sua mais alta esperança.
Ainda é seu solo bastante rico. Mas um dia, pobre e avaro será ele, e, nele, já não poderá crescer nenhuma árvore elevada.
Eu vos digo: É necessário ter o caos em si para poder dar à luz uma estrela dançante. Eu vos digo: tendes ainda um caos dentro de vós.
Nada perderei perdendo a vida. Nada mais fui que um animal ao qual ensinaram a dançar à força de pancadas e magros alimentos.
A vida humana é sinistra e desprovida de sentido; basta um palhaço para lhe ser fatal.
Vim para separar muitas ovelhas do
rebanho. Será preciso que o povo e o rebanho se irritem contra mim;
Zaratustra quer que os pastores vejam nele um ladrão.
Uma águia descrevia grandes círculos no ar e trazia suspensa uma serpente, não como presa, mas como amiga, porque ela ia enroscada ao seu pescoço – são os meus animais! – disse Zaratustra, e o seu coração encheu-se de alegria.
“Assim Falou Zaratustra”, do explosivo filósofo Friedrich Nietzsche
«LEMBRE-SE
O MAIOR PRESENTE QUE VOCÊ PODE DAR A ALGUÉM
É O SEU TEMPO
A SUA ATENÇÃO
O SEU AMOR
O SEU CARINHO
O SEU INTERESSE
<iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/O5ikvPzPUAE?si=NEBlV8f8dc7UutFT" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
...FAÇA ISSO ANTES QUE SEJA TARDE DEMAIS.»
(O ser humano é estranho ELTON JOHN)
MUDEMOS O MUNDO PARA MELHOR!
SER(MOS) HUMANOS DE CORPO INTEIRO
AMO-TE ESCOLA//OBRIGADO.








.jpeg)
%20(1).jpg)












































.jpg)













































-tile.jpg)






%C2%BB%20O%20processo%20da%20CONSTRU%C3%87%C3%83O%20E%20REPRESENTA%C3%87%C3%83O%20(11_12_2025%20na%2020_55).jpg)






































Sem comentários:
Enviar um comentário